Dolabela no Manhattan Connection (2)
18 11 2009Comentários : Deixar um comentário »
Categorias : Geral
Dolabela no Manhattan Connection
11 11 2009Fernando Dolabela será entrevistado no programa Manhattan Connection para falar sobre empreendedorismo e sua participação no World Entrepreneurship Forum 2009, a ser realizado em Lyon/França, entre os dias 18 e 21 de Novembro.
Quem puder assistir, o programa irá ao ar pela GNT no Domingo, 15/11 às 23:00, com repetição na Segunda (16/11) às 04:30; 10:00; 14:00 e 22:30.
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Categorias : Geral
MakeMoney na Argentina
22 09 2009Neste segundo semestre de 2009, o software MakeMoney está sendo adotado pela Secretaria de Ciência e Tecnologia da Província de Santa Fé, na Argentina, em um projeto piloto evolvendo estudantes (universitários) de empreendedorismo.
Por enquanto, os candidatos a empreendedores vão utilizar o software em idioma português, que ganhou tradução ao espanhol apenas do seu Guia de Utilização.
Interessante é o fruto que pode vir dessa parceria: uma versão 100% em espanhol. Ou, quem sabe, uma versão trilíngue – uma vez que o MakeMoney já possui versões em português e inglês… Aguardemos!
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Categorias : Plano de Negócios, STARTA
Nossas metodologias ganham a América Latina
14 09 2009O Governado da Província Argentina de Santa Fe, Sr. Hermes Binner, recebeu Fernando Dolabela, fundador da Starta, na Casa de Gobierno. Durante a reunião com o governador, Dolabela entregou exemplares das versões em espanhol dos livros “O segredo de Luisa” e “Oficina do Empreendedor” e foram discutidas ações de incentivo ao empreendedorismo e à inovação no país vizinho.
O encontro antecedeu duas palestras que Dolabela dará nas cidades de Santa Fe e Rosario – a convite da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação daquela província.
Ganhando a América Latina
As metodologias de ensino de empreendedorismo criadas por Dolabela vêm despertando interesse crescente em nossos vizinhos . Nos últimos dois anos, Dolabela tem recebido diversos convites e ministrado palestras em vários países da América Latina (Argentina, Paraguai, México, Colômbia, Venezuela, Peru, Bolívia…).
Além de dois livros já traduzidos para o espanhol e editados na Argentina, o software MakeMoney já vem sendo utilizado por nossos hermanos - razão pela qual em breve deve ganhar uma versão em espanhol.
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Categorias : Geral
Segunda Edição do Fórum Mundial de Empreendedorismo
14 07 2009Assim como ocorreu pela primeira vez em 2008, as 100 maiores personalidades mundiais ligadas ao empreendedorismo se reunirão para debater políticas e estratégias para disseminação da cultura empreendedora. Trata-se do World Entreprenueuship Forum, que em 2009 acontecerá entre 18 e 21 de Novembro, em Lyon/França (clique na figura para acessar a programação do evento).
Fernando Dolabela, fundador da Starta, é um dos 100 think tanks do WEF.
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Tags: world entrepreneurship forum 2009
Categorias : Formação Empreendedora
Inovação ou extinção
10 07 2009Compartilhamos um ótimo texto vinculado pelo Intituto Ethos, que fala sobre características necessárias para o empreendedor do século XXI. O artigo destaca não apenas a capacidade de inovar, mas de gerar valor para a sociedade:
Inovação ou Extinção
A era atual pede a formação de empreendedores responsáveis.
(Por Neuza Árbocz (Envolverde) / Edição de Benjamin S. Gonçalves / Instituto Ethos)
As mudanças globais estão aceleradas em todos os campos e já não basta compreender o passado e assimilar informações consolidadas para se preparar para o futuro. É preciso saber lidar com o inesperado, com o novo, e aprimorar a capacidade de resposta para enfrentar os desafios atuais. Assim, escolas e cursos de empreendedorismo inovador ganham destaque em vários países, inclusive no Brasil.
Iniciativas como o Instituto Endeavor, o Pioneers of Change, o Kaos Pilot e a Team Academy estão formando profissionais não mais para se encaixar nos modelos de empreendimentos conhecidos, mas para forjar novas maneiras de interagir e gerar negócios que sejam benéficos para toda a humanidade, considerando os aspectos sociais, culturais e ecológicos, além dos econômicos.
Elas já nascem conscientes da interligação entre as áreas e difundem o conceito de cidadãos do mundo entre seus participantes. Além disso, empregam novas formas de ensinar, pelas quais a autonomia e a coparticipação de todos os envolvidos são a base de sua metodologia. Ao contrário do ensino formal, não se centram em dar respostas, mas em aprimorar a capacidade de indagar e investigar, considerando o processo de aprendizagem uma responsabilidade de todos. O diálogo é constante e as tomadas de decisão são conjuntas. Também não separam o saber do fazer, mas usam a experimentação e o “mãos na massa” como prática rotineira.
O Pioneers of Change, por exemplo, foi fundado por pessoas de 16 países, funciona como uma rede mundial de aprendizado e tem como princípios: ser você mesmo; fazer o que importa; começar agora; engajar-se com outros; e nunca parar de fazer perguntas. O Endeavor, por sua vez, promove os encontros “Bota pra Fazer”, durante os quais divulga exemplos inspiradores de ações possíveis. Esse instituto seleciona e dá apoio personalizado a empreendedores inovadores.
Já o Kaos Pilot e a Team Academy reúnem equipes multidisciplinares na execução de projetos locais e internacionais. Ambos são programas reconhecidos de ensino superior em seus países de origem, Dinamarca e Finlândia, respectivamente. Embora funcionem sem salas de aula ou professores. Eles utilizam o sistema de tutores para orientar seus estudantes. Na Team Academy, essa proposta é reforçada por um contrato pessoal de aprendizado. Com esse documento, o participante avalia seu estágio atual e aonde quer chegar, firmando consigo mesmo metas pessoais. Ali, os projetos funcionam como empresas juniores, com gastos, ganhos e impostos recolhidos normalmente.
Fazer junto
Na base dessas experiências está uma nova visão que aposta, sobretudo, na capacidade de criação conjunta. “Partindo da valorização de cada indivíduo e dos sonhos que eles trazem consigo, preparam-se pessoas capazes de construir seu futuro”, explica Marcus Colasino, um dos pioneiros em empreendedorismo e inovação no Brasil, discípulo de Fernando Dolabela, criador da pedagogia empreendedora e da Oficina do Empreendedor já nos anos 1990.
Suas diretrizes consideram que as necessidades do presente pedem, sobretudo, uma ágil e eficaz capacidade de combinar elementos e tomar decisões acertadas. “O pensamento estrategista migra cada vez mais de um modelo como o do xadrez – com avaliação demorada de todas as peças, dos movimentos e suas consequências – para o de um jogador de videogame”, descreve Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. “É preciso analisar vários elementos simultaneamente e aprimorar a percepção para escolhas rápidas. As pessoas estão hiperconectadas e hipersensíveis e respondem com hipervelocidade também em relação às informações que recebem”, observa o executivo.
O Akatu apurou que os consumidores hoje entendem que as empresas existem para melhorar a sociedade e o meio ambiente e 84% querem uma ação rápida nesse sentido. Caminhos para empreender com êxito, de forma responsável e com boa velocidade podem ser encontrados mais facilmente com muitas cabeças pensando juntas. “Coletivamente, somos mais inteligentes”, observa Tatiana Sansone Soster, do Fórum de Inovação da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP). Assim, essas novas escolas utilizam, em lugar de aulas expositivas, reuniões e rodas de diálogo para planejamento, troca de informações e experiências e avaliações conjuntas.
Na Team Academy, até mesmo a bibliografia é definida pelas equipes, conforme o projeto abraçado. Cada livro lido conta pontos no currículo e é apresentado a todo o grupo, ou para vários times, no formato escolhido pelo seu leitor: escrita, oral, artística ou multimídia. Nesta escola, também há um empenho constante em simplificar procedimentos e ferramentas utilizadas. As diretrizes abraçadas são: desafiar o processo; inspirar uma visão comum; capacitar e permitir a ação do outro; moldar um caminho (dar o exemplo); e encorajar o coração (celebrar).
Balanço razão e emoção
O cuidado com os sentimentos de todos é uma premissa para gerar resultados mais eficientes e sustentáveis, segundo as práticas experimentadas. Essas novas escolas buscam construir um interesse genuíno pelo outro e por fazer junto, dando espaço para expressão das emoções.
“Certa vez, uma integrante de nossa equipe comunicou que ia sair, pois se sentia sobrecarregada. Outras pessoas disseram se sentir da mesma forma. Estávamos perto das férias de verão e elas teriam que passar a folga trabalhando, já que o projeto lhes colocava muitas tarefas”, contou Sanna Tossavaineu, recém-formada pela Team Academy. “Isso poderia ter sido uma grave crise e fazer nosso projeto desandar. Mas pensamos como uma equipe e buscamos um jeito de resolver a situação. Fizemos pequenos mutirões, todos executando as tarefas de cada pessoa, em conjunto numa mesma data, até que todo mundo tivesse condições de tirar as férias sem problemas”, continuou a nova empreendedora.
Sanna fala com entusiasmo do tempo que passou na Team Academy e diz que o principal lá é aprender um com o outro, expressar o que sente e enfrentar juntos os joy challenges (algo como “desafios que nos alegram”, termo empregado pela escola que utiliza muito humor em toda a sua dinâmica). “O ser humano tem emoção e fragilidades. Quando as expõe e as pessoas estão lá pra ajudar, tudo fica mais fácil”, comenta Tatiana S. Soster. “Estamos num tempo de modificar modelos mentais, privilegiando o engajamento pelo coletivo e o acolhimento das diferenças, deixando de lado o individualismo que coloca todos sob ameaça no planeta”, completa Sanna Tossavaineu.
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Categorias : Geral
Redes de Inovação
25 06 2009por Alexander Prado
Salvo raríssimas exceções, cada vez mais deter um conhecimento técnico ou científico tem cada vez menos valor comercial para uma empresa inserida na era da informação (praticamente todas as empresas de base tecnológica). Por mais importante que seja este conhecimento.
Em contrapartida, o que vem fazendo a diferença é a capacidade que uma empresa tem de conectar-se com outras pessoas ou organizações que detêm o conhecimento que ela precisa. E com pessoas que precisam do conhecimento que você ou sua empresa detém.
Sobre este assunto, compartilho com vocês um artigo simples, mas com idéias muito poderosas – que estão moldando novos modelos de negócio. Clique aqui para acessar.
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Categorias : Gestão Empreendedora, Inovação
Desafio Plano de Negócios do DFJ chega ao Brasil
26 05 2009A FIR Capital tem orgulho em anunciar que o DFJ – Draper Fisher Jurvetson, nosso sócio global e um dos melhores gestores de capital empreendedor no mundo, está, pela primeira vez, abrindo o famoso desafio de planos de negócio para estudantes universitários e/ou membros afiliados às universidades do mundo inteiro.
Para maiores informações, visite os links abaixo:
http://startupi.com.br/2009/competicao-global-da-dfj-de-plano-de-negocios/
Os planos de negócio poderão ser submetidos para análise da FIR Capital através do e-mail:
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Categorias : Geral
Fernando Dolabela lança o livro “Quero construir a minha história”
20 05 2009
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Categorias : Formação Empreendedora
A universidade brasileira é inovadora?
20 05 2009(por Fernando Dolabela)
A inovação é feita exclusivamente na empresa, pelo empreendedor, e não em qualquer outro local, seja universidade ou centro de pesquisa. Inovação exige cliente na ponta e lucro no bolso. A boa receita de inovação recomenda o casamento entre empresa, centro de conhecimento e capital de risco. É lógico, se houver cultura empreendedora. A primeira entra com o sonho a capacidade empreendedora, cliente, gestão. A segunda com o conhecimento. Se tiver como padrinho o capital de risco, será o casamento perfeito, capaz de gerar produtos e serviços de alta tecnologia que podem mudar o país. No entanto, por diversas patologias (aversão a trocas livres com o ambiente, aderência irresistível à reserva de mercado, convivência promíscua com governos, autocracia e misoneismo histórico) tais casamentos são raros. Por isso surgem bem intencionadas e eficientes agências de casamento (cada grande universidade tem uma, como também as federações da indústria). Mesmo celebrado o casamento, muitas vezes não se dá a consumação. Resta a tais bem intencionadas agências, ansiosas por patentes, tecnologias, inovações, desenvolver como último recurso programas de inseminação artificial. Ufa!
Com isso temos conseguido dar bons passos, mas a grande explosão de inovação virá quando os três elementos, a iniciativa empreendedora, o conhecimento e o capital de risco se fecundarem espontaneamente, com motilidade capaz de gerar frutos para o país.
Servem para aumentar as dificuldades as expectativas equivocadas que os parceiros constroem entre si e a sociedade em relação a eles. A percepção da atividade empreendedora proposta por Timmons define claramente os papéis dos atores do processo. Empreendedorismo envolve três fases: identificar oportunidades (necessidades não satisfeitas), agarrar oportunidades (através de um produto/serviço inovador) e aproveitar oportunidades (criar a empresa que viabilize o processo e produza valor positivo para todos os envolvidos).
A primeira fase é de exclusiva competência do empreendedor. Mas nem por isso é determinada pelo acaso ou sorte, mas sim pelo profundo conhecimento do ambiente em que se atua, do qual o mercado é somente parte. Tal competência não se aprende na escola, não pode ser ensinada. Portanto, não é na porta da universidade que se deve bater quando se procura capacidade empreendedora, conteúdo gerado e propagado pela cultura e não pelos e laboratórios e livros. Mesmo porque, com raras e preciosas exceções a universidade brasileira até agora reagiu contra a disseminação do espírito empreendedor, por ser este o ator central do “mercado”, palco que ela renega sabemos por quê. Em 1992 quando comecei nessa área, empreendedorismo era uma palavra condenada em quase todos os foros acadêmicos, “aquilo cujo nome não se pode dizer”. Se considerarmos alguns indicadores, evoluímos muito de lá para cá: são prova disso os excelentes programas como o CESAR, da UFPE, o GENESIS da PUC Rio, da PUC-RS e da UFSC, da UNICAMP, para ficar somente com alguns dos muitos exemplos. Em todas as instituições de ensino superior que visito encontro professores apaixonados pelo empreendedorismo e dispostos a se entregar à sua construção. Já ministrei seminários para cerca de 5.000 acadêmicos ansiosos por oferecem aos alunos novas alternativas quanto à inserção no trabalho. Mesmo já não sendo poucas, tais pérolas são exceção. Recebo até hoje moções de censura à palavra maldita que todos os meus livros trazem na capa. Por hábito o acadêmico trata do empreendedorismo como se Física fosse, ou seja, uma ciência produzida em casa. E logo se coloca na posição de mentor. Triplo equívoco, empreendedorismo não é ciência e a casa não pratica. Portanto não há como ser mentor.
Vamos à segunda fase, agarrar oportunidades. Aqui sim, o casamento é necessário. Identificada a oportunidade, tem-se em mãos um problema a ser solucionado. Mas, em que dose e em que âmbito atuam cada um dos parceiros? Há uma zona cinzenta e mãos de ida e de volta. Geralmente o processo começa quando a empresa precisa de ajuda para construir uma solução, criar um produto ou serviço. Mas variações de toda ordem não são raras: desde serendipidades, descobertas inesperadas, a spin offs acadêmicos. Como não perder a noção de quem faz o que? Não é tão complicado. Mais uma vez, a responsabilidade pelo produto é do empreendedor, com a ajuda do centro de pesquisa. Quem está afeito à área sabe muito bem que nem sempre a melhor tecnologia representa o maior sucesso comercial. Ela é indispensável, é verdade, mas não o elemento único e, muitas vezes, nem mesmo o mais importante. E, de fato, se inovação é dinheiro novo, nem sempre a tecnologia nova significa inovação.
Muitos pensam que o conhecimento transferido da universidade para a empresa já traz embutida (embeded, para usar o jargão da área) a inovação tecnológica. Não é assim, o personagem que transforma o conhecimento em produto ou serviço é o empreendedor.
A suposição de que o que cai na universidade, universitário é, produz comportamentos desajustados: alguns agem como se a universidade fosse o centro de irradiação do espírito e da competência empreendedora; outros supõem que o título acadêmico os credencia (mesmo que nunca tenham entrado em uma empresa) a ser gerentes de incubadoras. Outros ainda supõem ser a universidade a fonte de inovação.
A terceira fase, aproveitar a oportunidade, não deixa dúvidas. É ali que a competência empreendedora mostra a sua essência. Muitos pensam que a idéia é tudo, mas de nada vale se não encontrar a capacidade de buscar e gerenciar recursos. A inovação somente se consuma se gerar receita líquida positiva, dinheiro novo.
A universidade (fora do Brasil) começa a morrer de amores pelo empreendedores. Mas o começo do namoro foi difícil. O tema foi empurrado goela abaixo da academia há quatro décadas pelas evidências irrefutáveis da sua importância: a micro e pequena empresa nos Estados Unidos, na década de 70 do século passado, era o único setor a gerar taxas positivas de emprego. Até agora a cultura empreendedora tem sido um legado histórico da empresa familiar, que a desenvolveu e transmitiu através das gerações. Filha de uma cultura em que ser de esquerda (seja lá o que isso significa) é ser de vanguarda, a universidade brasileira não sabe exatamente como tratar um tema historicamente por ela classificado à direita, seja lá o que for. Por isso não aproveita o longo período em que lida com o coração e mente dos jovens para propor-lhes sonhos diferentes daquele que prevalece há mais de 100 anos: passar em um concurso público. Muitos argumentam não ser esse o papel da universidade, mas da sociedade, como se as duas pudessem estar separadas. Entre os favoráveis, (entre os quais me incluo), talvez ingênuos, encontram-se os que atuam em centros de empreendedorismo, incubadoras, e também os que querem disseminar a cultura empreendedora entre alunos e professores.
É saudável a existência dessas várias vertentes e de outras não citadas. A universidade se alimenta da pluralidade; discordâncias e diversidades fazem bem à sua saúde. A sua essência será preservada justamente se ela não ceder a uma única diretriz ou percepção. Mas seja lá qual a vertente que se siga, far-lhe-á bem assumir o que não se pode negar: o conhecimento empreendedor até hoje não foi gerado entre as quatro paredes do ambiente universitário, mas depois da porta da rua. Mas o que também não se pode negar é que se for disseminado também pela universidade, será capaz de produzir riquezas em escala absurdamente maior.
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Categorias : Formação Empreendedora, Geral, Inovação


